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O mercado global de luxo entra em 2026 com expectativa de retomada, após um período de desaceleração e ajustes estruturais. Projeções indicam crescimento entre 3% e 6%, ainda com desafios relevantes no cenário macroeconômico.
A estabilidade recente, com gastos próximos a €1,44 trilhão, revela um setor resiliente, mesmo diante de pressões geopolíticas e econômicas.

O que muda não é o crescimento em si, mas sua composição. O consumidor passa a priorizar experiências em vez de produtos, alterando a lógica tradicional do luxo.
Esse movimento exige adaptação das marcas. Estratégias baseadas apenas em volume perdem eficiência, enquanto modelos centrados em relacionamento, personalização e valor percebido ganham espaço.
Outro fator relevante é a fragmentação do mercado. Diferentes perfis de consumidores demandam propostas distintas, desde luxo silencioso até experiências mais visíveis e simbólicas.
O resultado é um setor que continua crescendo, mas com maior complexidade. Em 2026, o luxo não se define apenas pelo produto, mas pela capacidade de gerar conexão e relevância.
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