Sig Bergamin e Murilo Lomas transformam o Carnaval em roteiro estético pela arquitetura de Paris

Tempo de Leitura 2 minutos

Credito Imagens ( Sig Bergamin e Murilo Lomas )

Enquanto o Brasil pulsava em ritmo de avenida e camarotes lotados, Sig Bergamin e Murilo Lomas optaram por outro compasso. Em vez do circuito festivo, escolheram Paris como cenário de observação, estudo e repertório. Para arquitetos cuja linguagem se constrói entre estética e experiência, a capital francesa permanece laboratório vivo de referências.

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Conhecidos por transitar entre o clássico e o contemporâneo com naturalidade, os dois profissionais transformaram o período de Carnaval em roteiro visual pela cidade. Não se tratou de afastamento da folia, mas de troca de linguagem. Enquanto a música ecoava nas avenidas brasileiras, eles percorriam endereços onde luz, textura e proporção conduzem narrativas arquitetônicas.

Crédito Imagem Reprodução ( Murilo Lomas )

Restaurantes com lustres monumentais, escadarias esculturais e bares art déco integraram o percurso. Em cada ambiente, a leitura de design ultrapassa o olhar turístico. Bibliotecas que funcionam como instalações artísticas, fachadas históricas reinterpretadas por intervenções contemporâneas e interiores que dialogam com a memória urbana reforçam Paris como referência permanente no circuito global de arquitetura e interiores.

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O movimento evidencia uma transformação no comportamento de criadores e curadores de espaço. Viagens deixaram de ser apenas deslocamento e passaram a integrar o processo criativo. Arquitetos, designers e profissionais do setor utilizam roteiros internacionais como fonte direta de repertório. Observar cidades, absorver soluções e reinterpretar linguagens visuais tornou-se parte essencial da construção autoral.

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Sig Bergamin e Murilo Lomas operam dentro dessa lógica. Ao escolherem Paris durante um dos períodos mais movimentados do calendário brasileiro, reforçam a ideia de que o luxo contemporâneo não se resume ao excesso. Ele se constrói no repertório. O conhecimento de referências, a leitura de materiais e a interpretação de estilos funcionam como ativos de valor dentro do design atual.

Crédito Imagem Reprodução (Sig Bergamin)

A capital francesa segue ocupando posição central nesse processo. Mesmo diante de novas cenas criativas globais, Paris mantém relevância como cidade onde história, arte e arquitetura convivem em ritmo contínuo. Para profissionais que trabalham com narrativa visual e construção de ambientes, circular por esses espaços amplia o olhar e fortalece a assinatura criativa.

A presença de Bergamin e Lomas na cidade confirma essa leitura. Mais do que uma viagem, o percurso se torna estudo. Mais do que deslocamento, repertório. Em um mercado onde diferenciação estética e domínio de referências são determinantes, a experiência internacional passa a funcionar como extensão direta do processo criativo.

O Jetsetters News acompanha os nomes que transformam viagens em linguagem e repertório em posicionamento. A cobertura completa do circuito global de design e arquitetura segue no site.

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