O Irã fechou a porta para a Agência Internacional de Energia Atômica. E quando o monitor é expulso da sala, o risco explode.

A decisão de Teerã de suspender a cooperação com a AIEA é mais do que um gesto político. É uma mensagem estratégica: o país vai operar seu programa nuclear sem vigilância — e sem prestação de contas.
A ruptura acontece após críticas do órgão da ONU sobre a falta de transparência iraniana. Em resposta, o regime não só ignorou os alertas como desligou câmeras de vigilância e bloqueou inspeções surpresa. Uma aposta alta, num cenário já volátil.
O mundo vê, de novo, o tabuleiro do Oriente Médio inclinar. E, como sempre, não é só sobre urânio — é sobre poder, dissuasão e silêncio conveniente.
Se ninguém vigia, quem freia?
Fonte: Folha de S.Paulo
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A verdade elegante dói mais do que a mentira embalada.